SER HUMANO: UMA CAIXINHA DE SURPRESAS Janaina Sá brito

Desde que nascemos, somos preparados para viver em sociedade , desde a família, passando pela Escola e Faculdade, até chegar no mercado de trabalho. Nesse meio tempo, também conhecemos a pessoa que vai fazer parte de nossa vida, construindo nossa família e continuando o ciclo da procriação e da formação do ser humano. A pergunta que não quer calar: Será que estamos preparados para conviver com os seres humanos e suas ídiosincracías? Afinal, todo mundo tem mudanças de humor, comportamento e problemas pessoais e profissionais e acaba descontando no outro seus conflitos internos sem ao menos dividi-los com os outros, em busca de uma solução .
Porque não existe manual de instruções para decifrar o ser humano? Eu, pelo menos, gosto de dividir os problemas e angústias com aqueles que convivem comigo e sei que são extremamente confiáveis e podem me ajudar a encontrar a solução precisa, mas noto que entre meus amigos, existem pessoas extremamente fechadas, que fingem que está tudo bem e mesmo sabendo que posso ajudar discretamente, não dividem comigo seus problemas e ficam cada vez mais medrosas e fora da casinha, ou seja, começam a surtar e isolam-se do nada, me deixando á ver navios. Existem terapias para que as pessoas encontrem suas ferramentas básicas para resolver os problemas , mas nem todos correm atrás disso, pois ou não sabem que precisam ou acham que não precisam com medo de encarar o problema de frente. Nesse ponto, temos que entender e respeitar a posição dos outros, pois eles estão ainda sem sentir necessidade de resolver seus problemas profundamente, mas quando isso acontece, as pessoas tornam-se cada vez mais centradas e concientes de seus atos perante á sociedade em que convivem, isso é muito gratificante.
Nunca fui cabeçona e nunca entendi direito a filosofia, sempre achei esta ciência muito complexa e de difícil entendimento, mas fico pensando, será que ficar viajando na filosofia ajuda as pessoas a se entenderem melhor? Acho que não, para mim, a experiência que a vida dá é a melhor forma de entender as atitudes e defeitos do ser humano. Acho que todos nós estamos aqui para aprender e não existe teoria mais prática e de fácil entendimento que a vida, só ela com as provas que nos manda nos ensina a sermos pessoas melhores e de bem com ela e conosco. Tem teoria melhor que essa?
Então proponho a todos que façam terapia se necessário for, mas também dividam com seus parentes, amigos e familiares seus problemas, angústias e conflitos, para que todos juntos possam ajudar a encontrar uma boa solução e usem principalmente a sua inteligência emocional para tudo, pois é ela quem mede as reações e sensações do nosso cérebro, como falei na coluna anterior. Afinal, um ser humano que sabe se entender por inteiro é um ser humano conciente e centrado e isso é o que realmente importa.

A PAIXÃO DOS PCD’S PELO JORNALISMO Janaina Sá Brito

Falando novamente sobre a questão da acessibilidade, vou priorizar nesta coluna a paixão dos PCD’S ( pessoas com deficiência) pelo jornalismo. Como destaquei semana passada, nos últimos 30/40 anos, os PCD’s não eram aceitos nas Escolas de ensino fundamental e médio e nas Universidades. No entanto, eles eram obrigados a ficar em casa e seus companheiros eram o Rádio, a TV, os Jornais e Revistas. Muitos deles, assim como esta que vos fala, alfabetizaram-se assistindo TV e aprendiam matérias através das aulas do antigo Telecurso primeiro e segundo grau, apresentado todos os Sábados pela manhã na Rede Globo. Este programa era produzido pela Rede Globo, pela Fundação Padre Anchieta e pela Fundação Roberto Marinho e começou a ser transmitido pela TV a partir de 1978 e dezessete anos depois em 1995, virou Telecurso 2000. O Telecurso tinha o objetivo de dar aulas de ensino de primeiro e segundo graus em forma de supletivo, atual EJA( ensino para jovens e adultos), destinado aos que não puderam cursar o ensino fundamental e médio ( antigos primeiro e segundo graus_ para quem não teve o ensino regular nas escolas. Este curso vendia apostilas para estudar em casa e fazer provas de todas as matérias e conseguir o certificado de conclusão e as aulas semanais ajudavam a entender o conteúdo dos livros. Casualmente, quando fui cursar o supletivo de primeiro grau, tive a coincidência de estudar pelas apostilas do Telecurso e para mim foi uma grande e benéfica surpresa, pois já estava familiarizada com as aulas da TV desde criança.
Por esta razão, muitos PCD’s que conseguiram concluir o ensino fundamental e médio muitos anos mais tarde, decidiram cursar Jornalismo na Faculdade assim como eu, pois essa relação de companheirismo entre os meios de comunicação fez com que muitos PCD’s escolhessem uma área do Jornalismo em que quisessem trabalhar e com a qual se identificaram. No meu caso, minha área preferida era o Rádio, mas também adorava o Jornalismo de entretenimento ( Música, shows, TV, teatro, cinema, cultura em geral.). Sempre quis ser comunicadora de Rádios jovens musicais e escrever crônicas sobre música, mas alguns PCD’s queriam ser colunistas de Jornais Esportivos e outros, pelo preconceito no mercado de trabalho, preferiram fazer programas televisivos ou crônicas jornalísticas sobre a questão da deficiência e seus preconceitos. O importante de tudo é que qualquer PCD com qualquer tipo de deficiência, curte demais o Jornalismo e exercita seu intelecto e seu poder de opinião sobre qualquer assunto discutido em nossa sociedade e isso é muito importante e valioso.
O que queremos de todo o nosso coração, é que os PCD’s comunicadores tenham uma grande chance de desenvolver seu profissionalismo e seu potencial no mercado de trabalho, assim como os PCD’s de outras áreas. Afinal, nós PCD’s sofremos muitos preconceitos e temos que lutar muito mais do que os outros para conquistarmos nosso lugar ao sol. É difícil, mas não impossível, por isso, estamos sempre dispostos a encarar qualquer desafio, não existe tempo ruim para nós!
O importante nisso tudo, é que a comunicação é e sempre será uma grande paixão, mesmo sofrendo grandes transformações, o hábito de se informar é importante, benéfico e salutar, pois podemos discutir em uma roda de amigos qualquer tipo de assunto de qualquer área e as vezes até, causar reações inflamadas em torcedores fanáticos e cabeções de esquerda obcecados por política. Viva a comunicação! Salve o Jornalismo!

A ACESSIBILIDADE NA EDUCAÇÃO E A DISCRIMINAÇÃO DOS PCD’S NO MERCADO DE TRABALHO Janaina Sá Brito

Nos anos 70 e 80 os portadores ou PCD’S ( Pessoas com deficiência) não tinham direito á educação e nem ao mercado de trabalho. As escolas e universidades não queriam de jeito nenhum aceitar os PCD’S, inclusive esta que vos fala, alegando que não tinham condições para ensiná-los de acordo com as regras de acessibilidade e a arquitetura dos estabelecimentos de ensino não possuía rampas para cadeirantes. Então, os deficientes tinham que ficar enclausurados em casa assistindo TV e ouvindo Rádio, aprendendo a ler através de professores particulares ou frequentando escolas especiais próprias para eles, além de sessões de fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional, para desenvolver a coordenação motora, a fala e os movimentos.
Muitos desses PCD’S, acabavam fazendo supletivo de primeiro e segundo graus(Ensino fundamental e médio da época), para recuperar o tempo perdido, mas ainda não estavam na Universidade nem trabalhando. Nos anos 90 , a coisa mudou de figura, os PCD’S passaram a ter acessibilidade nas Escolas e Universidades e através de uma lei criada em 1991 pelo Ministério Público de São Paulo, passaram a ter direito á 5% das vagas destinadas a eles. Nos anos 2000 essa demanda foi crescendo e muitos deficientes passaram a estudar regularmente e no ensino fundamental e médio e formaram-se na faculdade , mas ainda sofrem muita discriminação no mercado de trabalho, pois muitas empresas fingem que obedecem a lei de cotas e oferecem para PCD’S com nível superior completo e pós-graduação completa, vagas subalternas pagando um salário mínimo descontado e não colocam rampas para cadeirantes e nem adaptam os computadores aos deficientes visuais com software de voz e raramente colocam linguagem em LIBRAS para surdos em seu ambiente. O pior de tudo, é a questão das vagas para PCD’S em concursos públicos, os mesmo 5% de vagas de empresas privadas são destinados a eles, mas quando eles são aprovados e chamados para a nomeação, são impedidos de assumir seus cargos alegando serem inaptos para as respectivas vagas.
Isso tudo faz com que os PCD’S isolem-se em seus nixos e acabem virando palestrantes motivacionais em congressos e eventos, sem receber remuneração nenhuma e participem de ações de militância no dia Nacional da pessoa com deficiência, lutando por todos esses direitos. Não é certo esse tipo de discriminação, é uma atitude mesquinha e desconfiada, além de preconceituosa, até o transporte público, que deveria ser melhor adaptado aos PCD’S funciona mal no Brasil. Até quando os PCD’S continuarão sendo tratados como insignificantes? Quando eles deixarão de ser minoria e virarão maioria de fato? Será que algum dia eles poderão ser tratados dignamente como cidadãos, assim como os negros e GLBT’S? Só nos resta no momento ter esperança, muita coisa já melhorou para os PCD’S nos últimos vinte anos, mas pode melhorar muito mais! Só depende dos Governantes, Empresários e Gestores públicos. Afinal, somos todos cidadãos!
Sugestões de pauta e críticas, mande seu E-mail para: Janaina.sabrito@gmail.com que lhe atenderemos com o maior prazer! Suas ideias serão sempre bem-vindas em nossa coluna!

O POLITICAMENTE CORRETO NOS DIAS DE HOJE E SEUS EXAGEROS Janaina Sá Brito

Atualmente, em pleno século 21, onde muita coisa mudou, vimos uma tendência multiplicar-se diáriamente de forma exagerada e completamente sem noção, é o politicamente correto. Ele está em tudo, nas redes sociais, nas palavras e gírias utilizadas nas grandes cidades , nas músicas, nos livros, jornais, revistas e até mesmo nos programas de Rádio e TV.
Isto significa que se chamarmos alguém de macaco , estamos apresentando atitudes racistas, a mesma coisa se chamarmos alguém de cor escura de negro, temos que chamar de afrodescendente, senão, continuaremos sendo racistas e por aí vai. Será que isso tudo não é exagero? Antigamente não existia o políticamente correto e ninguém se importava com esses mínimos e irrelevantes detalhes. Porque tudo isso? Será que voltamos á época da ditadura militar onde a censura corria frouxa no Brasil nos anos 60, 70 e 80? Não é certo esse tipo de atitude, parece que a luta para tirar e censura do Brasil foi em vão, parece que vivemos condenados a nos calar para sempre.
Acho mos em um país que está passando por um momento político muito delicado e que está agonizando, precisando melhorar com urgência, pois corre risco de morte, tudo isso é coisa para ser pensada e repensada com muito carinho e atenção, senão todos nós viveremos em uma neurose constante. Que tal fazer um trabalho social, plantar flores nos parques e praças da cidade ou quem sabe ensinar alguém a tocar um instrumento musical? Certamente seria mais útil do que contaminar os outros com a doença do políticamente correto.
Portanto, sugiro a todos os leitores que façam um breve exercício de ideias e atitudes em suas cabeças para transformar o Brasil em um país melhor, sem neuroses e injustiças, com pessoas do bem governando sem corrupção e com muito amor no coração. Como diz o grande apresentador Fausto Silva desde os primórdios do Domingão na Rede Globo, só o amor constrói! Pensem nisso!

A FEBRE DAS FAKE NEWS NO WHATSAPP E SEUS RISCOS

A FEBRE DAS FAKE NEWS NO WHATSAPP E SEUS RISCOS

Janaina Sá Brito

Desde o ano passado, cresce constantemente a produção de notícias falsas no Whats App, as chamadas fake news. Muita gente que compartilha essas notícias acaba caindo em golpes e isso mancha a reputação dos profissionais de imprensa, empresas privadas, órgãos públicos e principalmente, dos usuários deste aplicativo de mensagem.

O que dá para perceber é que não há mais critérios entre a ética, o bom senso, o profissionalismo e principalmente, a credibilidade, pois esta leva muito tempo para se criar, mas pode levar cinco minutos para se destruir. O que podemos dizer de tudo isso? O que fazer com as teorias da comunicação que são ensinadas na faculdade de jornalismo? Como educar os usuários do Whats App e da internet em geral para não se deixarem levar por esses golpes? Há uma solução para tudo isso?

É lamentável ver que o Brasil perdeu a noção de honestidade e ética, o pior de tudo é ver os jornalistas afundarem-se neste mar de encrencas, sem ao menos ter a possibilidade de defenderem-se de forma digna. Não que estes não possam defender-se, mas nem sempre serão absolvidos da punição de forma justa. Não sabemos mais o que fazer para acabar com toda essa falcatrua jornalística, mas devemos orientar as pessoas para que não acreditem em tudo que é compartilhado na rede, mas também checar se a notícia é realmente verdadeira.

No jornalismo, existe uma expressão chamada barrigada, para definir notícias falsas que não vieram de fontes seguras, o problema é que as barrigadas aparecem todos os dias em nossos grupos de Whats App e não temos como controlá-las, a não ser que o aplicativo produza um dispositivo que filtre todas as notícias e as cheque para ver se são verdadeiras ou falsas, sendo assim, fica mais fácil compartilhá-las. Será que assim os jornalistas terão sua credibilidade preservada? Isso, só os usuários do Whats App vão poder dizer , pois cabe a eles exercitarem essa prática.

Então, só nos resta esperar que essa onda maléfica passe e que os jornalistas possam trabalhar tranquilamente produzindo notícias cada vez mais relevantes, de assuntos impactantes, que mexam com as ideias e opiniões do povo Brasileiro.

A PROLIFERAÇÃO DAS REDES SOCIAIS E SUAS CONSEQUÊNCIAS

A PROLIFERAÇÃO DAS REDES SOCIAIS E SUAS CONSEQUÊNCIAS

 

Janaina Sá Brito

Em 1995, quando a internet surgiu, jamais se pensava que ela fosse tomar conta de nossa vida e de nosso cotidiano. Quando ela surgiu, era primária, funcionava através de uma linha telefônica ligada ao computador através de um moden e só podia ser utilizada pelos usuários após ás 23 Hs, quando a tarifa telefônica era mais barata. Já naquele tempo, já existia o ICQ, que foi a primeira rede social. Depois, com a chegada da banda larga, vieram o Orkut, o twitter, o facebook, o Google + e as redes sociais de fotografias instagram e snap chat.

O problema, foi que essas redes sociais cresceram, principalmente o facebook, o twitter e o instagram e os internautas começaram a perder os critérios em suas postagens, colocando fotos sensuais ou em situações constrangedoras, além de escreverem coisas absurdas que acabavam deixando celebridades em uma grande saia justa, como por exemplo, os comentários racistas dirigidos à Atriz Taíz Araújo e à Jornalista Maria Júlia Coutinho, a Maju. Além de racismo, os radicalismos políticos envolvendo coxinhas e petrálias no Governo Dilma, nas eleições de 2014 e no processo de impeachment da mesma em 2016 fizeram com que as redes sociais se transformassem em um saco de pancadas e até mesmo em válvulas de escape de todos os  seus usuários. Depois da criação do marco civil em 2014, onde a promessa era criar termos para os internautas fazerem postagens mais sérias, relevantes e sem caráter ofensivo, não foi gerado nenhum efeito positivo nos últimos três anos e os internautas continuavam postando o que queriam, com o  mesmo caráter ofensivo e constrangedor.

Até quando essa bagunça virtual vai continuar? Até onde o internauta vai poder fazer o que quer a hora que quer e do jeito que quer nessas plataformas sem nehuma repressão? Acho que tudo isso tem que ser modificado o mais rápido possível e que a legislação Brasileira tem que ser mais radical e disciplinadora, nem que para isso, tenha-se que usar medidas de censura como no tempo da ditadura militar. Se tudo isso der certo, a internet poderá voltar a ser usada com inteligência e parcimônia.

PCD, Encontro de Deficientes Visuais Evangélicos ocorrerá no RS em Setembro.

3º Encontro Nacional de Deficientes Visuais Evangélicos

É com imenso prazer que o Grupo “Deficientes Visuais em Cristo/RS” convida para o 3º Encontro Nacional de Deficientes Visuais Evangélicos, que ocorrerá
nos dias 7, 8 e 9 de setembro de 2018, em Porto Alegre/Rio Grande do Sul. Esperamos reencontrar amigos e fazer novos, nesta oportunidade. Agende-se e venha
participar conosco!

Informações:

Data do Evento: 7, 8 e 9 de setembro/2018.

Local: Sítio Emanuel, localizado em Gravataí, município da grande Porto Alegre/RS. O local é especial para retiros, afastado do centro urbano e perto da
natureza. Possui alojamento feminino e masculino, divididos em quartos, com beliches e banheiros em cada unidade.

Valor da inscrição: R$ 150,00 (cento e cinquenta reais). Neste valor está incluída a hospedagem, todas as refeições e transporte de Porto Alegre até o
Sítio Emanuel, em Gravataí. O pagamento pode ser feito de forma integral ou parceladamente em até 5 vezes, desde que a última parcela seja quitada até
o dia 08 de agosto/2018. A confirmação da inscrição só será efetivada mediante a quitação do valor. O pagamento será via depósito bancário.

Dados para depósito:

Banco: Banco do Estado do Rio Grande do Sul – BANRISUL – nº do Banco: 041(zero quarenta e um).

Número da Agência: 0100 (zero cem) – Agência Central.

Número da Conta Poupança: 39.397258.0-0.

Titulares da conta Poupança Conjunta: Elisabete Flores de Lemos Rocha e Josiane França Santos

Os comprovantes desses depósitos deverão ser enviados para o endereço de e-mail terceiroencontronacional@gmail.com para controle dos organizadores. Ao
enviar o recibo, informe também: 1) nome completo do ou dos inscritos; 2) muito importante, indicar um telefone para contato; 3) a Igreja a qual pertence
(se for o caso); 4) se desenvolve atividades na igreja, descreva qual ou quais.

Observações: 1. O 3º Encontro iniciará na sexta-feira, dia 7, às 12h30min e terminará no domingo, dia 9 de setembro, depois do almoço.

2. O traslado para Gravataí será com ônibus locado. Para isso, no dia 7, vamos todos nos concentrar, pela manhã, na Igreja Assembleia de Deus, localizada
na Rua General Neto, 384. Bairro Floresta, em Porto Alegre. Este local é próximo da Rodoviária e do Aeroporto. Aguardaremos a chegada de todos até as 12horas,
quando rumaremos ao Sítio Emanuel.

3. Os Encontristas deverão levar roupa de cama, travesseiro e material de higiene pessoal.

4. Nesta época não costuma ser muito frio, mas é sempre aconselhável levar um agasalho para a noite.

5. Quem faz uso de medicamento, não esquecer de colocar na bagagem.

6. Caso seja alergico a mosquito, traga um repelente.

7. Voltagem: em Gravataí: 220 V. Em Porto Alegre: 110 V.

Em breve postaremos a Programação no facebook deficientes visuais em cristo rs.

Para maiores informações, ligar para:

051-99968-5689 – Elisabete Rocha (WhatsApp)

051-98506-6835 – Paulo Fernando (WhatsApp) ou 051-981381911 – Paulo Fernando.

Facebook: deficientes visuais em cristo rs

E-mail: terceiroencontronacional@gmail.com

A notícia em tempo real de forma atualizada, captada de todas as fontes.

Este é o resumo do post.

Além do conteúdo noticioso, este blog também terá uma coluna semanal da autora ( Janaina Sá Brito) sobre diversos assuntos do momento e uma sessão chamada FALA PCD! Nesta sessão, serão divulgados semanalmente, conteúdos informativos para pessoas com deficiência sobre cursos , ofertas de emprego e outras coisas.

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